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quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

Reinício: mito de Sísifo particular

Hoje começa a jornada de 2025 e eu já me pergunto: será o ano da minha despedida dessa vida de tormentos?
Acordei sem nenhuma disposição e sem vontade de nada, absolutamente nada, pensando que todo esse cansaço existencial poderia acabar se eu morresse. 

Entrar em redes sociais só me causa mais angústia.. ver os meus amigos se divertindo e eu querer querer estar lá com eles. 
Passei a virada em frente de casa com minha prima que muito carinhosamente me chamou para ficar lá, comendo churrasco, sendo que meus planos era tomar remédio e dormir. 
Lembro-me de quando eu fui alegre e esperava o réveillon com entusiasmo, agora eu não passo de um peso na terra. 
Sinto muito pela minha namorada e meus gatos, pois eles merecem o meu melhor, mas eu tô sem forças, estou esgotada. E a cada dificuldade e situações que vem acontecendo, só me sugam o resto de energia que me resta. 

quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

enfim. fim


O que sentimos na hora da morte, segundo a ciência
Neurociência pode explicar o que acontece no corpo humano no breve momento entre a vida e a morte


Grant Whitty/Unsplash
Lucas Rochada CNN

Embora seja uma certeza irrefutável, a morte permanece como um dos maiores mistérios da humanidade.

De um lado, construções culturais, religiosas ou mesmo filosóficas estimam o que podemos encontrar do outro lado.

De outro, a ciência pode explicar o breve momento entre a vida e a morte.

Entenda o que acontece no cérebro humano no momento da morte
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A morte do ponto de vista neurológico
Do ponto de vista neurológico, no momento da morte, o sistema nervoso central deixa de funcionar de uma forma permanente e definitiva. Os mecanismos disparados no organismo podem ser diferentes de acordo com a forma como cada indivíduo morre.

Quando uma pessoa morre lentamente, como em casos de falência de múltiplos órgãos, o corpo humano tende a priorizar o cérebro, o coração e os rins.

“Existe um processo lento e progressivo que pode acontecer em algumas situações, como por exemplo um indivíduo que entra em falência de múltiplos órgãos. O que ocorre lenta e progressivamente é que os órgãos principais são priorizados, como por exemplo o cérebro, o coração e os rins. Os outros órgãos vão sofrendo. No decorrer do tempo, tudo para, como se fosse um ônibus que colide com um poste. Quem está dentro, aos poucos também vai sofrer uma desaceleração e para de ter o movimento em ação”, explica o médico neurocirurgião Fernando Gomes, professor livre-docente do Hospital das Clínicas de São Paulo.

O médico neurologista Felipe Chaves Duarte, do hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, explica o que acontece em casos de mortes que não envolvem o cérebro inicialmente.

Quando um paciente morre por causas não neurológicas, lentamente há uma perda da regulação da pressão arterial dos vasos da cabeça, com redução do aporte de oxigênio e glicose. Com isso os neurônios entram em morte celular por hipóxia, que é a falta de oxigênio, e ocorre uma isquemia das células neuronais. Elas extravasam seu conteúdo para o meio ao redor das célula e param de funcionar

Felipe Chaves Duarte, médico neurologista
Após a morte neuronal, dependendo do tipo de cuidados médicos que o paciente recebe, como por exemplo aqueles oferecidos em unidade de terapia intensiva (UTI), outros órgãos do corpo podem permanecer funcionando com o uso de medicamentos e suporte de aparelhos de ventilação mecânica.

domingo, 2 de abril de 2023

mainha

Querido diário . . . 

MÃE,  a senhora é tudo pra mim. É o meu alicerce.. é a pessoa que dá sentindo à minha existência. 
MÃE, eu preciso da senhora em ninha vida. Eu não sou nada sem ti. Volta logo, sai dessa cana de hospital e volta pra minha com toda energia, força e saúde que a senhora sempre teve. 
Me dói demais vê-lá esse estado e não poder fazer nada além de chorar escondido. 
Ouvir e seu pedido pra leva-la pra casa e não poder é um dos piores sentimentos de inércia que me consume.. e o medo de te perder me apavora. 
Eu te preciso.
Mainha, volta pra mim...
Eu te amo! 

terça-feira, 21 de março de 2023

9267

Maldito diário . . 
Há quem não meça esforços para forçar situações.
Faça o certo, depois cobre o que lhe é de direito. 

Dois lado, uma escolha...
Onde errar, é caminho sem volta.

quarta-feira, 15 de março de 2023

5296

Como vou cuidar de outro ser se não estou sabendo cuidar nem de mim? 

4 anos depois... 

Eu sigo tentando. 

Eu cuido da minha gata, a Lola, e isso me faz bem. Ela tá passando por um tratamento, e eu tenho medo dos medicamentos falharem. Enfim, não posso deixar ela sozinha. 
Eu tento cuidar da minha namorada também, mas eu sei que não sou tão boa quanto ela em cuidar de mim. Nossa, que bad.

terça-feira, 14 de março de 2023

324

Tô realmente muito cansada de fazer uma feira de remédios todo mês para poder se manter no eixo e a mente suportar a realidade.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Narci Narci

Eu tô tão cansada... 
Esses últimos dias eu tô fazendo ainda mais força pra continuar. 
Minha mãe é minha razão de viver e de morrer há mais tempo do que posso me lembrar. 
Muitos julgam, mas só sabe quem passa.